Pobre garota de porcelana, disposta na prateleira empoeirada, com cabelos louros que remetem ao trigo, olhos de vidros, congelados pela tristeza, pele marcada pela dor e lábios rosados, cerrados pelo egoísmo.
Temo esta jovem dama, que solitária saúda, os espectros abrigados em sua mente.
E afogada pelo monstro dos contos, dança com o exorcista sob a luz da lua que está envolta num véu negro.
Pequena donzela, cujo suspiro é um beijo na face da morte, venha a mim e mostre seu doce veneno, no ombro despido, espalhado no vestido fechado de babados; O rubor que forma em sua têmpora é causado pelo aroma adocicado que flutua de sua pele marfim.
Onde estivera por todo esse tempo, pequeno Lúcifer.
Disponha do seu rosto angelical de propósito ruim, tenha a mim, depois enterre meu corpo desfalecido embaixo da cerejeira, cultue Minh ‘alma com lágrima calma, vinda de teus olhos sem clamor, ainda linda. Pequeno ponto de luz que me ateve a vida.